A tecnologia e a educação: vantagens e desvantagens das redes sociais
- Conectivismo

- 11 de jun. de 2019
- 2 min de leitura
Com a evolução da tecnologia, surgiram novos métodos de aprendizagem que
permitem o desenvolvimento da interação, da conectividade e do processamento
simultâneo por parte dos alunos.
A literacia digital compreende diferentes contextos de utilização, nomeadamente, a literacia dos media. Esta consiste na competência de um indivíduo comunicar de forma adequada e responsável no domínio das tecnologias de base social. Aqui surgem as redes sociais, que apresentam aspetos negativos e positivos e,por isso, é importante manter uma supervisão quando estas são utilizadas pelos mais pequenos.
No entanto, não será pedagógico impedir o uso das mesmas, pois estas ferramentas funcionam como oportunidades de os alunos melhorarem os métodos de aprendizagem. Deste modo, permitem a interação e a partilha de informações, beneficiando de várias alternativas como tutoriais, por exemplo, no youtube.
O processo de aprendizagem apoiado nas tecnologias de base social implica
reconhecer algumas estratégias, que o professor deve transmitir aos seus alunos. Destas destacam-se a capacidade de aceder e recolher informação em ambientes
virtuais, avaliar e comparar informações de fontes diferentes e criar conhecimento
através da adaptação de novas informações.
Para os profissionais de educação, as redes sociais surgem como um apoio
para lecionar aulas mais dinâmicas e interativas. A aprendizagem adaptada ao mundo
digital, de forma criativa, influencia, positivamente, o interesse e a concentração das
crianças no decorrer da aula. Importa destacar que as redes sociais fortalecem as
relações e a participação dos alunos em atividades escolares, estimulando a
cooperação e o trabalho de grupo. Para além disso, o docente deve ser seletivo na
escolha dos meios a utilizar, pelo que deve eleger aqueles que fomentem a
proximidade entre a escola, o professor e os alunos.
Em Portugal, o ensino parece estar estagnado, visto que, atualmente, não acompanha
a 100% a atmosfera digital na qual vivemos. Assim, as tecnologias devem estar implementadas nos currículos educacionais e ensinar às crianças os perigos e os
benefícios da sua utilização.
Catarina


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